UM CASO DE [DES]EDUCAÇÃO

16 09 2009

Hoje assisti no Bom Dia Brasil um caso de [des]educação

Uma mãe incentiva a própria filha a bater na colega.

O pior é que a mãe da estudante é funcionária da escola,  é MONITORA ESCOLAR

Agora, se a violência é ensinada pela própria mãe, onde vamos parar?

Essa mãe é MONITORA ESCOLAR, que tipo de educação ela promove para seus alunos?

Fica aqui minha indignação e um apelo para que as autoridades ( que já puniram a monitora escolar) continuem fiscalizando os bastidores da educação.

A violência tem que ser combatida!

MATÉRIA NA ÍNTEGRA:

para ter acesso ao vídeo clicar no link abaixo:

http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1306117-16020,00-SP+MAE+INCENTIVA+A+FILHA+A+BRIGAR+NA+PORTA+DA+ESCOLA.html

SP: mãe incentiva a filha a brigar na porta da escola

Em uma briga entre alunas na porta de uma escola, a mãe de uma das meninas grita para a filha: “mete o pé que nem eu te ensinei. Mete um soco na cara”.

Educação ou deseducação? A violência não está mais apenas na rua, não está mais apenas no trânsito. Está na escola e é ensinada dentro de casa. Um flagrante desse mau exemplo foi feito no interior de São Paulo.

As imagens são estarrecedoras. São quase uma caricatura de tão exageradas. O repórter Leandro Rossito foi até Araçariguama, uma pequena e tranquila cidade no interior de São Paulo, para investigar uma briga entre alunas na porta de uma escola. As respostas que ele ouviu nos fazem parar para pensar.

A briga foi na saída do colégio, e um aluno gravou tudo pelo celular. A mãe de uma das estudantes incita a filha: “vai, mete o pé que nem eu te ensinei. Mete um soco na cara. Seu pai está no carro.”

A violência é estimulada por uma mulher que tem obrigação de evitá-la, não apenas por dever de mãe, mas também por profissão. Ela trabalha como monitora escolar.

Depois da confusão, mas calma, Meire Aparecida Fernandes disse estar arrependida e tenta se justificar. “Acho que qualquer mãe ou qualquer pai que visse a filha no chão, por baixo, ia gritar sim para sair debaixo. Eu falava mesmo, porque, se apanhar aqui, ela vai apanhar em casa, porque eu não criei filha para estar apanhando na rua”, diz a monitora escolar Meire Aparecida Fernandes.

O Conselho Tutelar levou o caso ao Ministério Público. “Fica uma dúvida: como será a educação que essa adolescente está tendo na casa dela?”, questiona o conselheiro tutelar Marcos Silva.

A mãe da aluna que foi agredida, a aposentada Sueli Silvestrin dos Reis, esperava outra atitude da monitora. “Como nós estamos educando nossos filhos, se nós em casa estamos incentivando a violência, se nós estamos ensinando em casa a violência? Se nós estamos ensinando a bater? Acho que isso não é educação”, afirma. 

O Ministério Público de São Paulo vai investigar a briga. O prefeito de Araçariguama anunciou que vai demitir essa funcionária que incentivou a briga entre a filha e outra aluna.








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